Mostrando postagens com marcador dúvidas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dúvidas. Mostrar todas as postagens

sábado, 6 de agosto de 2011

Out of the window

Chris stared out of the window waiting for the phone to ring. He was peering at his neighborhood and watching a bird flying in the sky.

He was wondering if his girlfriend would call him back after the blow out that they had had. He longed to say they started the relationship with the wrong foot and he wanted to fix it before the problem started getting worse.

As the bird was flying so high, he longed to feel the freedom running inside of his boiling blood which started to claim for the most important thing in his life.

Although he was very confused, he did not know which way he should actually choose – keep in love with his girlfriend or keep feeling this sense of freedom – because both ways pointed to different directions and he had to choose one.

Out of the blue, he realized that, that day turned to night and there was nothing to look at anymore except for those bright starts shining in the sky. And Chris stared out of the window waiting for the phone to ring…



Joyce Gomes 
21 - Março - 2008

sábado, 30 de julho de 2011

Bilhete íntimo?




Mogi das Cruzes, 03 de dezembro de 2001.


Um enorme desejo de compor algo, mas, quais seriam as boas afirmativas para relatar um tanto do início e mais um pouco do término?

Ih! Quem és tu que sempre penetra em meus devaneios, que a toda hora está a adivinhar o que não sei compreender?

És o ser mais distinto desta existência humana? Ou és aquela personalidade que não merece o meu apreço? Por acaso, és o mesmo que me fizeste avaliar que não vale apiedar-me pelo remorso de um pretérito nada brincado?

Será que és o mesmo homem cujo beijo remeto contra o vento, indagando, a todo instante, se irás hospedá-lo em seus lábios de mel? Se sim, meu amigo vento ou a brisa noturna, toca-lhe a face tão suave quanto imaginei ao mandar?

Até quando te encontrarei em meus mais íntimos delírios? Por que não pulas de meus devaneios mais loucos à realidade tão sem significado? Por que se acautela tanto em ordenar-me que fique, enquanto, ainda, estou indo embora?

Queres tocar em meus lábios, ao passo que, manda-me selar outros?

Deseja enamorar-se de outra afim de me esquecer?

És, até agora, o mesmo que não te importavas comigo e que, de repente, mudou de comportamento completamente? Cada dia que transcorre, tua mente implora por minha presença, no momento em que estou distante?

Pensas numa outra garota tanto quanto pensas em mim?

Se sim, por que sempre entregas teus pensamentos despretensiosamente a mim, ou, será que és muito calculista?

Tu me achas muito autoritária? Zelosa? Leal?

Ainda farias tudo por mim?

Consegues captar aquilo que sinto sem carecer de fazer-me perguntas ou necessitar ler nada do que escrevo?

Permaneces a achar que o silêncio é uma resposta positiva? Então, por que tu te calaste com todas essas perguntas indiscretas?

(...)


Joyce C. L. Gomes