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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Cale-se

Você quer falar e
Eu não quero te ouvir!

Fale alto, baixo...
Tanto faz
Cale-se!
Estou surda!

Você fala demais,
Não me permite
Escutar...
Cale a boca e
Só ouça!

Agora é a minha hora...
Espere o seu tempo.
Dê o meu,
Mas...

Parar de se comunicar:
Jamais!

Joyce C. L. Gomes
09/09/2015



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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Fotografia: O Galo de Biritiba

















A foto "O Galo" foi tirada por Joyce Gomes num sítio em Biritiba Mirim no dia 13 de julho de 2014.


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quarta-feira, 10 de junho de 2015

Fotografia: O Ganso de Biritiba


A foto "O Pato" foi tirada por Joyce Gomes num sítio em Biritiba Mirim no dia 13 de julho de 2014.

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terça-feira, 2 de junho de 2015

O conflito entre ficção e realidade


Assistimos as novelas, os seriados, minisséries, filmes, peças teatrais e lemos livros. Todos eles são meios de entretenimento. A gente acompanha a vida do personagem e, quanto mais próximo da nossa realidade, mais íntimos desse personagem nos tornamos. Vivemos a vida dele como se ele fizesse parte da nossa. Nos apaixonamos, sofremos, alegramos, entristecemos... E quando acaba, vem aquele vazio acompanhado de reflexões, questionamentos sobre como terminou e porque terminou. E quando caímos na realidade novamente, percebemos que algo dentro de nós se modificou. Aprendemos, tentamos mudar nosso comportamento... E a vida segue! E depois de um tempo, partimos para outro filme, novela, seriado, livros...

Enquanto somos espectadores, não ligamos para o ator, mas sim para o personagem. E o ator, como fica nisso tudo?

Relembrando aulas teóricas sobre literatura, o professor citou um filósofo que afirmava que toda história deve ser verossímil. Isto é, a arte deve imitar a vida. E se a arte não possui essa verossimilhança, não será arte completa. Eu me refiro “arte” pelo fato da palavra ser abrangente e incluir literatura, pintura... 

Então comecei a prestar atenção sobre isso na esfera teatral, na relação ator - personagem. Observei esse processo de criação no teatro por estar mais próximo do nosso cotidiano do que uma novela. Questionei o processo criativo do ator para compor o seu personagem. E o mais interessante é descobrir que o ator incorpora o personagem como se este fizesse parte de si mesmo. O ator penetra tanto dentro da vida de um personagem e acaba se confundindo, incorporando a realidade do personagem como se fosse sua própria. Já ouvimos por aí atores que se aprofundaram tanto na personalidade do personagem, e confundido a sua realidade com a ficção.

Brian O’Conner (Paul Walker) participa de rachas no filme Velozes Furiosos. E o ator, morre num acidente de carro, fora das gravações e os boatos são de que o acidente aconteceu quando participava de racha na vida real. Heather Ledger é outro ator que se aprofunda tanto no personagem do Coringa (Batman) e não consegue se desprender dele depois do filme... Já deve saber o que aconteceu, não é?

Essa confusão também acontece em novelas, teatros seriados, séries... Quantas vezes ouvimos dizer que ator tal está tendo um relacionamento amoroso com atriz tal após terem sidos pares românticos em cena?

Em “The Vampire Diaries” também aconteceu isso. Essa confusão entre ator-personagem é bem perceptível. E ao observar, é notável que a vida pessoal acabou interferindo no profissional e o profissional, no pessoal. Os personagens se apaixonaram. Os atores se envolveram e se apaixonaram também. O namoro vai rolando na série e na vida real. Até o ponto que o namoro da vida real acaba e interfere no namoro dos personagens. A trama continua rolando. O tempo vai passando e começam a soltar coisas do tipo “ator dirigirá um episódio da série”. E, se você prestar atenção, percebe que nesse episódio não há a conexão com os personagens. E daí, a curiosidade vai lhe consumindo... E vai buscando, observando e analisando a situação e percebe que os personagens perderam a graça por causa de confusões entre os atores. Então, é possível perceber que a vida pessoal interferiu na profissional e, vice-versa.

E assim como nesses casos mencionados, há muitos outros. Como o ator não permite com que o personagem interfira na sua vida pessoal? Como o ator se desprende do personagem? O escritor também incorpora um dos seus personagens a sua vida pessoal? Como ele se desapega de sua obra? E como espectador se desvincula da obra/ personagem pelo qual viveu, sofreu e se apaixonou durante a trama? 

Mas isso daí já é tema para outra crônica...

Joyce Gomes
15/05/2015
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Trem de carga em Aracaré


Trem de carga passando em Aracaré. Foto: Joyce Gomes.

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sexta-feira, 8 de maio de 2015

O Bailado


Um casal de jovens abraçados dança em meio a uma sala quase vazia. O menino, na convicção de achar que sabe dançar, conduz a menina. E ela, assume não saber dançar, e deixa estampado em seu rosto. 

Ah! A música... Hoje em dia não se ouve tal preciosidade. Hoje os jovens querem mesmo as músicas mais agitadas, mas nessa época ainda não era assim. Ele era desajeitado e ela era delicada. E o cantor seguia o ritmo de melodia...

Ah! A música... Ela era uma música bem calma, tranquila. Era uma música que parecia entregar os reais sentimentos. Mas, na verdade nada entregara a não ser um menino desajeitado achando que sabia dançar. E uma menina que não escondia que não sabia e se deixava ser conduzida por ele. 

A música acaba. 

O sonho termina.

E cada um desaparece, reaparecendo num outro ponto qualquer, em algum lugar da cidade. Ela se encontra acordando dentro do ônibus. E ele andando por aí. Ela avista o seu ponto de descida. E ele para sem saber para onde ir. É noite. As luzes nos postes pouco iluminam as ruas. A lua? Onde estará? Deve estar no céu, mas escondida por aí. 

Ambos caminham sabe-se lá para onde. Eles seguem. Talvez estivessem sendo guiados pela intuição ou não. Talvez estivessem seguindo para a casa ou para a escola. Quem sabe? Nem mesmo eles sabiam. Apenas seguiam.

Num quarteirão qualquer, depois dela ter descido do ônibus e ele ter perambulado pelas ruas de seu bairro, eles se trombam... Trocam olhares como se já tivessem se conhecido antes, mas essa era a primeira, por assim dizer, trombada. A fala solta quase que uníssona diz a mesma coisa:

- Eu te conheço dos meus sonhos!

Para qualquer pessoa que visse essa cena, acharia que fosse apenas uma paquera. Mas eles não. Eles sabiam, pois haviam se encontrado antes, naquela sala, em meio àquele devaneio quase coletivo.



Joyce Gomes
30/10/2014

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Simpatia















Para, pensa, vem ...fala;
Fala. Vem. Sorri. Cala.
Mudo... Brilho... Olhar...
Fala. Claro... Sem Parar!
Sorri, Ama, Cala...
Se esconde... Onde? Fala!
Sorri, sempre. Sorrateiro.
Fala, não cala! Desespero...
Sorri... Fala? Vem!
Canta, Sorri, Também.
Conta? Ama, Sorri.
Querer... Feliz... Guri!
Vem  espantar... Angústia...
Faz sorrir, sem modéstia...
Corre... Agora! Vem?
Sorri, Amar...
Amém!

Joyce CL Gomes
13/02/2015

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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Quero mesmo é morar com os leões!

Há tempos, muitas crianças brincavam na rua. Naquela época ainda não havia preocupações com assaltos, bandidos, sequestros. As crianças apenas brincavam de pega-pega, esconde- esconde, cantavam, dançavam ou ficavam apenas sentadas nas guias descansando. Enquanto isso, nesse meio momento de bagunça, os adultos sentavam na calçada, encostavam-se contra a parede e ficavam proseando com os vizinhos. 

Algumas ruas eram largas, outras estreitas, mas mal passavam carros ainda... As pessoas conversavam umas com as outras. Os vizinhos não eram apenas conhecidos de cumprimentos como é hoje em dia. Eles batiam na porta para pedir açúcar ou sal e ficavam mais um tempinho conversando. Além dessa aproximação, cumprimentavam-se, abraçavam-se, demonstravam afeto ou, apenas, se consolavam. 

Os vizinhos eram mais do que conhecidos; eram amigos, irmãos, primos, apenas por consideração. Antigamente, contava a minha avó que as ruas eram bem agitadas, cheias de calor humano, respeito ao próximo, sendo este amigo, tia ou pai. E se tratavam por “compadre” e “comadre”. E as crianças tomavam padrinhos ou primos emprestados.

Nessa época, a escola era para uma minoria. Não era comum mandar as meninas para a escola. E os meninos eram obrigados a estudar para trabalhar e sustentar a família, que futuramente formariam. 

Hoje em dia, quase todas as crianças estão na escola e a maioria não quer nem aprender. As pessoas não se conversam e nem se tratam respeitosamente. Não há abraços, afeto e muito menos conversas. O que há é pessoas que se intitulam amigas e passam a maior parte do tempo ausentes da vida outro. As pessoas utilizam a tecnologia para se comunicar e perdem o calor humano. Elas chegam ao curso universitário, mas não são todas que conseguem interpretar textos. Essas mesmas pessoas estão vivenciando um mundo caótico, onde o egocentrismo predomina e a carnificina está à solta. Hoje é normal ser banal.

Está tudo tão moderno e sem limite. Os valores aprendidos foram esquecidos. O pensamento sobre a depressão e o suicídio são constantes. E as pessoas dominadas pelas propagandas e o consumo desenfreado de produtos sempre querem ter mais e descobrem que nunca tiveram o suficiente. É perceptível que os valores foram distorcidos. O certo se tornou errado. E o individualismo sufoca e desestrutura até mesmo o coletivo familiar.

As desconstruções dos valores continuam. Não há como voltar ao passado. E as ausências continuam...

Quero mesmo é morar com os leões no zoológico (porque nem florestas existem mais)! Mas em espaços diferentes, é claro!



Joyce C. L. Gomes
10 de novembro de 2014

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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Na Dúvida: Extrapole a Contagem!


Você me pergunta. Minha resposta é “sim”. É “sim” comedido; às vezes, em demasia. Não, não é exagero. “Sim” para você, para mim, para ele e para ela também.  “Sim” para tudo e para todos. Apenas “sim”. “Sim” é o bastante, mas não o suficiente. Positivo? “Sim”, mas o “não” também predomina. “Não” para isso, “não” para aquilo, para todos e para mim. Respostas? “Sim” e “não”, é claro! O que dizem? Tudo e nada ao mesmo tempo. O “sim” pode significar “não”. O “não” pode implicitar a vontade de dizer o “sim”. “Não” e “sim”. “Sim” e “não”: duas respostas objetivando intenções, atitudes, mas não à ação. Prefiro mesmo o “talvez”!


"Talvez"...

Joyce C. L. Gomes
08 de Junho de 2014
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domingo, 12 de outubro de 2014

Familia Feliz

Para Tainá Santos e Paloma Oliveira


Família,
união, brigas, apoio, alegria.

Familia,
coragem, amizade, amor, mania.

Familia,
papai, mamãe, irmão, irmã...

Sorria!

Joyce C. L. Gomes
Setembro/ 2014
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domingo, 21 de setembro de 2014

Livro: Palavra é Arte


Num belo dia, num desses papos culturais que temos com os amigos, Neto Monteiro comentou ao Anderson Borges e eu sobre o site “Recanto das Letras”. E, eu, como uma boa xereta, resolvi saber melhor sobre o que era e me deparei com um local onde são postados inúmeros textos. E, é claro, me cadastrei (e mais tarde, ao Anderson).

Algum tempo depois, recebi um e-mail na caixa de Spam através desse site. Como gosto de ver sobre o que se trata antes de apagar, resolvi ler e me deparei com uma belíssima mensagem elogiando o meu poema “Presente Raro”. Essa mensagem era de Gilberto Martins, organizador/idealizador do projeto “Palavra é Arte” (este projeto visa buscar e publicar novos talentos na esfera literária) da Cultura Editorial. Nessa mensagem, além do elogio, convidou-me a publicar alguns poemas na coletânea desse ano.

Confesso que no início fiquei receosa como tudo que vem da internet, porém algum tempo depois aceitei o convite e escolhi os poemas para que fosse publicado. E a surpresa não para por aí... Ao receber o arquivo do livro para corrigir os erros, passei a ler a dedicatória e lá estava uma bela menção aos textos de Joyce Cristina! Fiquei completamente extasiada com essa surpresa feita por Gilberto Martins porque eu não imaginava que um completo “estranho” (por assim dizer) encantaria com as “brincadeiras” que adoro fazer com as palavras!

Além dos meus poemas, há outros “artesões de palavras” encontrados nesse cyber mundo... Poemas tão belos quanto os meus! 

Adquira o seu exemplar “Palavra e Arte”! (Cultura Editorial, R$ 24,00)

Agradeço ao Neto Monteiro por ter comentado comigo sobre o site "Recanto das Letras". Agradeço ao Gilberto e a Cultura Editorial por esse “raro, presente dado”!

Joyce Cristina Leme Gomes


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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Etérea, por Anderson Borges e Joyce Gomes


Eu me vejo projetada no chão onde piso
Tento me agigantar no espaço em que vivo 
Visível o suficiente para não ser esquecida 
Etérea o suficiente para não ser atingida

Amplio minha forma e escondo minhas emoções 
Oculto meu ego sem portar máscaras 
Transcendo a física sem ostentar ilusões 
Invado o mundo sem deixar qualquer mácula

Permita-me ser a escuridão que oculta sua fraqueza
A mancha negra que te enaltece em discreta sutileza 
Existência absoluta imaculada por sua ciência
Sou testemunha da história... e sem história 
Sou não sendo, invisível em seus anseios 
Transcendendo suas efêmeras glórias e derrotas.

Texto: Anderson Borges/ Fotografia: Joyce Gomes 
01 de setembro de 2014


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Professor da Rede de Ensino de Suzano, Graduado em Pedagogia (UMC), Pós-Graduado em Educação Especial (Uninove), participante da Diretoria Executiva da Associação Cultural Opereta, bem como do Núcleo Teatral e Comunicação da Opereta e integrante do Cia. Siso Teatral. Participou do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC/UMC) com a pesquisa "Inclusão Escolar: O Processo de Escolarização de Egresso de Escola Especial Marcado pela Tentativa de Retorno Após Inclusão de Ensino Comum", sob a orientação da Profª. Drª Tatiana Platzer do Amaral (Menção Honrosa - 2008). Participou da Oficina de Montagem Teatral "Passos da Paixão" (de 2009 a 2013); do Curso de Artes Cênicas pelo Ponto de Cultura da Associação Cultural Opereta "Projeto Mãos à Obra" (2010), do Curso Livre de Artes Cênicas Associação Cultural Opereta/ APAC (2011); da Oficina "O Espaço Cênico e a Indumentária" na Oficina Cultural Mazzaroppi (2010). Atuou nos espetáculos teatrais "Passos da Paixão" (Direção Cia de Teatro Roda Mundo, Associação Cultural Opereta - de 2009 a 2013); O Auto da Luz (Direção Marco Senna, Núcleo Teatral Opereta - de 2009 a 2012); O Parturião (Direção Patrícia Albuquerque, Associação Cultural Opereta - 2010); Kibuxixo (Direção Terezinha Mesquita, Cia Siso Teatral / Cia Teatral Garra - 2011); Epístola (Direção Terezinha Mesquista, Cia Siso Teatral / Cia Teatral Garra - 2011), A Farsa do Advogado Pathelin (Direção Terezinha Mesquista, Cia Siso Teatral - 2011); A Peça Didática de Baden Baden (Direção Fernandes Júnior, Associação Cultural Opereta/APAC - 2011); Almas de Pedra (Direção Dílson Rufino, Núcleo Teatral Opereta - 2011); Almas Peregrinas (Direção Ailton Ferreira, Núcleo Teatral Opereta - 2012/ 2013); Cabaré (Direção Fernandes Júnior, Cia Siso Teatral - 2012); A Última Instância (Direção Wolney de Assis, Cia Siso Teatral - 2012/2013); Fragmentos: No Escritório de Um Advogado (Direção Geral Tuane Vieira, Direção de Cena Cibele Zuchi, Cia Siso Teatral - 2013). Atualmente exerce a função de Direção Geral da Cia Siso Teatral. E é um dos organizadores do blog Balcão da Arte.



Professora da Rede de Ensino de Poá, Graduada em Letras (UBC) e em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda (UMC). Conquista da Menção Honrosa e de Prêmios com o grupo Vibe Comunicação na UMC: Relatório Acadêmico "Do Fusca ao New Beetle: Trajetória de Campanhas (Menção Honrosa - 2009)"; Painel, Relatório e Campanha Alternativa "Marketing Esportivo no Futebol" (Prêmio Excelência - 2010); Painel e Campanha Publicitária "Associação Cultural Opereta" (Prêmio Excelência - 2011). Participou do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC/UMC) com a pesquisa "Trajetória de campanhas do Fusca e o seu impacto sobre o consumidor" (2010/2011). Foi voluntária, de 2011 a 2013, como Secretária na Diretoria Executiva, bem como na Comunicação da Instituição Cultural Sem Fins Lucrativos Associação Cultural Opereta. Conquista do Prêmio (2011) e da Menção Honrosa (2012) no 7º e 8º Prêmio Mogi News/ Chevrolet de Responsabilidade Social com o Projeto "Passos da Paixão", da Associação Cultural Opereta. Recebeu convite e teve 10 poemas publicados na coletânea “Palavra é Arte”, da Cultura Editorial (2014). Atualmente desenvolve os blogs Anderson Borges, Balcão da Arte, Guitarra Flutuante e Joyce Gomes: Professora e Publicitária.





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